Há quase 60 anos a Printon vem crescendo e mudando como o mercado gráfico. Atualmente na 3ª geração de administradores, sempre foi consciente do profissionalismo necessário para o sucesso, estimulando a criatividade do meio e apoiando ações voltadas ao desenvolvimento do país.

A Printon atual é motivo de orgulho e satisfação de seus fundadores e colaboradores, porque aqui o trabalho sempre foi e será um grande diferencial. Postura, qualidade, pontualidade e ética são acima de tudo, nossos objetivos e nossa vitória diária. Precisão e identidade desde 1961.

Após o falecimento do fundador, Luiz Fernando Guedes, atual sócio e diretor da Printon e filho de vitorino, coordenou a transição de fotolito para gráfica. “fomos crescendo no segmento de fotolito numa época em que o trabalho era feito artesanalmente.

Com o tempo, as gráficas, por necessidade, começaram a trabalhar o fotolito internamente, e nós, enquanto prestadores de serviços, começamos a ser cobrados pelos próprios clientes para montarmos uma gráfica.


Começamos a fornecer catálogos para agências de publicidade e depois veio a era do fotolito eletrônico, quando fomos um dos pioneiros. Enfim tínhamos de nos transformar em gráfica”, fala Luiz Fernando.

E há mais 25 anos a empresa se transformara na Gráfica Printon. “começamos com uma máquina monocolor e dois meses depois adquirimos outros equipamentos.

Temos como objetivo investir em tecnologia e sempre buscamos dar treinamento e suporte para que os nossos funcionários conheçam o que há de mais moderno na indústria gráfica.

Incentivamos o treinamento do pessoal da gráfica, isso é um conceito dentro da Printon“, explica Luiz fernando.

A Trajetória

Luiz Fernando relembra o período de maior sucesso da empresa: “o pico de crescimento foi no ano de 2000, quando aproveitamos para investir em equipamentos modernos.

Em 1996 importamos uma GTO quatro cores e, embora seja uma máquina pequena, deu uma alavancada violenta na empresa. Já na Drupa de 2000 trouxemos uma Speed Master meia folha quatro cores, uma guilhotina Polar e uma dobradeira.

Hoje o editorial corresponde a 40%; o promocional, a 50%; e o segmento de embalagens, a 10%. o mercado de promocional está muito afunilado e o mercado editorial é grande, porém disputado.

Já o setor de embalagem é um segmento novo dentro da Printon e nos concentramos nas pequenas tiragens. Notamos que o gráfico precisa se diferenciar, sair da mesmice e buscar novos mercados.

Hoje, por exemplo, temos de olhar para a impressão digital”, avalia Luiz Fernando. Não é à toa que há cinco anos a Printon investiu também na impressão digital. “Acreditamos que há espaço no mercado digital e em 2007 adquirimos uma máquina digital bem mais evoluída e acabou virando mais um serviço prestado pela gráfica.

A tendência do mercado é atender rapidamente a demanda do cliente, seja ela qual for. As gráficas que competem se igualam no quesito tecnologia. Então, temos de superar a expectativa dos clientes no atendimento, na logística eficiente e na qualidade dos impressos, que é o nosso lema”, fala Ricardo Seabra, diretor de produção.


Já o mercado de embalagens começa a ser visto com olhos bem mais animadores pela direção da empresa. De acordo com Luiz Fernando, como o segmento é muito grande, a Printon mira o nicho de baixas tiragens, algo entre 10 mil (esq/dir) Luiz Fernando Guedes, sócio e diretor; Ricardo Seabra, diretor de produção; Alexandre D ́Andretta Neto, diretor financeiros 20 mil impressões.

“Antigamente ficávamos imprimindo, refilando e dobrando, mas acabou esse mercado. Hoje temos a solução ideal para cada cliente. Temos acabamentos especiais, desenvolvemos e estudamos a ideia do cliente para chegarmos à solução exata.

A gráfica que não faz isso perde mercado”, acrescenta Luiz Fernando, acrescentando que muitas empresas querem migrar do promocional para a embalagem. Por isso, a Printon entra paulatinamente nesse mercado: “Temos um projeto de investir numa máquina folha inteira, que deve sair até o final de 2011. Não gostamos de terceirizar; então, quando tivermos o equipamento, forneceremos determinado produto.

Mas é um investimento que precisa ser muito bem pensado, pois mexe com a linha de produção desde a pré-impressão até o acabamento. Daqui em diante será muito difícil viver sem olhar para todos os lados, sem investir em todos os mercados, e isso inclui a impressão digital.

No começo do ano planejamos um crescimento de 25%, mas, sinceramente, já é o momento de rever, e se crescermos 15% já podemos nos dar por satisfeitos”, comenta Luiz Fernando.

Missão

Atender nossos clientes da melhor maneira possível, e sempre procurar superar as expectativas. Executar o melhor das Artes Gráficas usando e valorizando nossos três alicerces fundamentais: Experiência, Tecnologia e Fator Humano, em prol da qualidade e prazo de entrega; e assim, alcançar a satisfação total de nosso objetivo cumprido e consequentemente de nossos clientes.

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